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Algumas curiosidades locais

Nasceram em Monte Sião MG, Carlos Massa, o Ratinho, a atriz e cantora radicada em São Paulo, Michelle Zampieri e o grande jogador de futebol Oscar Bernardi, que jogou em vários times como o São Paulo, além da inesquecível seleção de 1982, atuando com zagueiro.

Quando as temperaturas começam a cair na região Sudeste, a população de Monte Sião dobra a cada fim de semana. São até 20 mil visitantes que chegam à cidade de carro ou em ônibus fretados em busca das malhas produzidas na cidade.

Segundo empresários locais, quase 80% dos visitantes que lotam Monte Sião vêm de São Paulo. Muitos deles são comerciantes que revendem as malhas na capital paulista - que fica a cerca de duas horas de carro.

Inicio do Tricô: Foi graças aos imigrantes italianos, que se instalaram no Sul de Minas, a exemplo de que ocorreu em outras regiões do Brasil, que Monte Sião encontrou o seu desenvolvimento. Com muita vontade de trabalhar, esperança de ter uma vida melhor e muita fé em Deus, os italianos tombaram as terras e plantaram café. Até que um dia, sem estímulos, a agricultura deixou de existir.

Mas o povo italiano trouxe algo mais que marcou, definitivamente, o dia-a-dia do monte-sionense. Ao aportar nestas terras, esse povo lutador trouxe na mala seus costumes e tradições. Dentre eles, uma arte, que faz Monte Sião ser famosa em todo o Brasil e até no exterior: o Tricô.
As mulheres, que até então esperavam o lucro da agricultura para alimentar os filhos, puseram fé no foi de lã e com muita habilidade no uso das agulhas iam tecendo o que jamais imaginaram: uma economia forte. Para ajudar no sustento peças de tricô e iam para a praça pública vender. Foi um sucesso.
Aí entrou em cena Dona Iracema Andretta Francisco, hoje com 74 anos. Foi ela quem comprou, com dificuldade, a primeira máquina de Monte Sião. A velha e boa Lanofix. Quando a máquina chegou foi um alvoroço. Esta máquina está exposta no museu histórico e geográfico, pertence à Fundação Cultural "Pascoal Andretta", entidade sem fins lucrativos, local onde todo turista que passa por Monte Sião não pode deixar de visitar.
E foi no começo da década de 70 que o tricô saiu das praças para entrar numa nova etapa.
Fui eu quem começou tudo isso, declara Dona Iracema, que conseguiu criar todos os filhos, sendo que uma delas se casou com um vestido de tricô feito pela mãe.
De lá para cá, muita coisa mudou. As mulheres ensinaram os homens e hoje existem na cidade casos como o de Belmiro Carlos Odinino, que sem se render as grandes evoluções tecnológicas das máquinas, produz, com uma Elgin, 25 macacões de bebê por dia. Tenho bons lucros e uma vida boa, a família está satisfeita, finaliza o micro-empresário.
Andretta, Odinino, Bernardi, Labegalini, Canela, são sobrenomes que traduzem a força do sangue italiano no sucesso de Monte Sião. Italianos que ficaram mineiros, ou italianas que ficaram mineiras. Mulheres fortes que hoje se orgulham da tradição que consolidaram.
Além de uma economia forte, a cidade esnoba beleza natural. Tomou-se rapidamente conhecida por seu artesanato em lã, linha e couro. A evolução e o aprimoramento desta atividade foi o principal impulso no progresso e transformou Monte Sião no centro do chamado Circuito das Malhas; daí recebendo o título de Capital Nacional do Tricô.

Contos e lendas

Da padroeira: Por três anos, Monte Sião viveu uma terrível seca, com raríssimas chuvas em dois anos e um ano totalmente sem chuvas. A lenda diz que tal fato ocorrera pela ausência da padroeira da cidade, ela estava fora do seu trono.
Por tais acontecimentos, os fiéis começaram a clamar pela volta da santa, pois criam que ela traria a chuva. Isso se passou entre 1937 e 1939.
No dia em que a imagem entrou na cidade e estava chegando à igreja, ocorreu um fato histórico, para alguns, um milagre. Na entrada da cidade ao sul, começou os pingos de chuva, que chegou forte na praça da matriz. Enfim, a terra umedecida começou a finalmente produzir.

Assombrações: Nos velhos tempos de Monte Sião, quando a energia elétrica era escassa, a noite da cidade era dominada por assombrações e lobisomens. Ninguém saía depois das 20:00 hs, com medo do coisa ruim.
No cemitério, morada dos fantasmas, ouvia-se vozes horripilantes vindas do fundo das covas de mulheres traídas.
A quaresma era o período critico. Sempre apareciam caveiras com velas dentro por toda a parte, feitas de abóboras, cabaças, etc.
Durante este período, um grupo folclórico de criadas escravas, saíam pela cidade com suas rezas cantadas, lamentos longos, doidos em voz alta, de recomendação às almas. Por sua aparição em noites calmas, essas rezadoras, às vezes drogadas de cachaça, soltavam gritos assustadores, tentando convencer as almas penadas a se retirarem para outro lugar; o que apavorava mais a população.
Mais tarde descobriram o grupo de moços que brincavam com assombrações e lobisomens. Tudo não passou de uma farsa.

História de como foi construída a primeira capela de Monte Sião:
Tendo sempre à frente do arraial o fazendeiro major Antônio Bernardes de Souza, surgia a idéia e tinha inicio o movimento para a construção da capela. Para tal fim, Joaquim Euzébio da Costa Pacheco e Joaquim Marques Ribeiro, moradores e proprietários do lugar, fizeram doação de vinte e quatro alqueires de suas terras para a formação do patrimônio da igreja. Dentro dessa considerável área, nascia na parte alta e final da rua Direita um grande largo, meio do qual ficava marcada a ereção da capela dedicada a Nossa Senhora da Conceição da Medalha Milagrosa.
Nesse lugar já existia um pequeno cemitério público, construído pelo fundador, que mais tarde recebia solenemente a benção do primeiro vigário da capela.
O arraial crescia e a assistência religiosa era a aspiração máxima do seu povo, pois as dificuldades principalmente para batizar e casar os filhos, assistir missas e se preparar para o grande luto da quaresma eram muito grandes e penosas pela falta de meios de comunicação.
Na verdade, as famílias do Jabuticabal (local denominado às casas próximas a atual Praça Prefeito Mário Zucato), pessoas de fé pura, sentiam a ausência de um padre e se debatiam ainda com o problema das enchentes do rio Mogi, o grande obstáculo para chegarem, a pé ou a cavalo, à paróquia de Ouro Fino. Para esse percurso de cinco léguas, haviam aberto um caminho na mata, que mais tarde viria a se constituir na primeira estrada de ligação com aquele município (ligação entre Monte Sião e a cidade vizinha de Ouro Fino).
De fato, o povoado, como tal, com suas três pequenas ruas, o grande largo traçado e o cemitério, somente ficaria recolhido, para melhor se fixar na História, em 29 de março de 1849, quando explodia o acontecimento desejado de uma capela autônoma.
O lugar não podia fugir à regra comum da gênese da maioria das cidades brasileiras, fundadas sob o sentimento religioso representado por uma capela. Ouve-se dizer que a iluminação deste lugar foi concedida em 1819 e o processo de gestações se arrastou no tempo para vir à luz somente em 1849. Nasceu do trabalho heróico e das grandes virtudes do fazendeiro Antônio Bernardes de Souza e da capacidade também de seus companheiros, cujos nomes estão ao do principal fundador em quase todos os documentos históricos.
Concluída a construção da capela, do dorso de uma colina pintada de verde-natureza, no recesso escondido da mata, com a misteriosa invocação da Nossa Senhora da Conceição da Medalha Milagrosa, ficava historicamente marcada, em 29 de março de 1849, a fundação de Monte Sião, no lugar denominado Jabuticabal.
O primeiro cemitério, chegou até o ano de 1877, estava localizada na praça Prefeito Mário Zucato, ao lado esquerdo da capela de 1849, que ficava mais ou menos no centro do atual jardim público. Nesse local sagrado sepultou-se solenemente, em 1873, o primeiro fundador de Monte Sião, major Antônio Bernardes de Souza.


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